Peter Jackson defende projeção de O Hobbit em 48 fps
Para o diretor, filmar e projetar a 48 fps dá a ilusão de que um buraco foi aberto na parede do cinema, e você vê a história se desenrolar com um senso de realidade
Peter Jackson posa na casa de Bilbo Bolseiro, protagonista de O Hobbit / Foto: Divulgação
Um dos filmes mais aguardados de 2012 é “O Hobbit: Uma Jornada Inesperada”, nova incursão de Peter Jackson no universo de “O Senhor dos Anéis”.
Previsto para estrear somente em 14 de dezembro, o longa já lança polêmicas que dão o que falar. A maior delas é sobre a projeção: Jackson defende que seja feita em 48 quadros por segundo (fps, na sigla em inglês), contra os 24 fps habituais.
Foi assim que cenas do filme foram exibidas na convenção CinemaCon, em Las Vegas, esta semana. A novidade empolgou críticos e jornalistas, que aprovaram a qualidade 3D, mas alertaram que os 48 fps causam um estranhamento evidente.
Em entrevista ao site da revista Entertainment Weekly, Peter Jackson saiu em defesa.
- Ninguém irá parar esta tecnologia, que continuará evoluindo. Ninguém nunca viu um filme assim antes, então, a princípio, é estranho. É literalmente uma nova experiência, mas esse estranhamento não dura o filme inteiro, nem mesmo após dez minutos. Será uma experiência diferente do que você assistir a uma montagem rápida de cenas feita para uma apresentação técnica – disse o diretor.
- Como cineasta, sempre quero criar um forte senso de realidade para permitir que o público se absorva em qualquer história cinemática que estou apresentando. Filmar e projetar a 48 fps dá a ilusão de que um buraco foi aberto na parede do cinema, e você vê a história se desenrolar com um senso de realidade. É ótimo para 3D. Eu vejo as filmagens diárias em 48 fps para O Hobbit em 3D há mais de um ano e, com a redução do efeito estroboscópico e da cintilação, torna-se uma experiência muito mais suave para os olhos. A velocidade de 48 fps não se limita apenas ao 3D. Um filme rodado em 48 fps parece fantástico quando projetado em 2D, e aceita bem a conversão para 24 fps - justificou.
Peter Jackson posa na casa de Bilbo Bolseiro, protagonista de O Hobbit / Foto: Divulgação
Um dos filmes mais aguardados de 2012 é “O Hobbit: Uma Jornada Inesperada”, nova incursão de Peter Jackson no universo de “O Senhor dos Anéis”.
Previsto para estrear somente em 14 de dezembro, o longa já lança polêmicas que dão o que falar. A maior delas é sobre a projeção: Jackson defende que seja feita em 48 quadros por segundo (fps, na sigla em inglês), contra os 24 fps habituais.
Foi assim que cenas do filme foram exibidas na convenção CinemaCon, em Las Vegas, esta semana. A novidade empolgou críticos e jornalistas, que aprovaram a qualidade 3D, mas alertaram que os 48 fps causam um estranhamento evidente.
Em entrevista ao site da revista Entertainment Weekly, Peter Jackson saiu em defesa.
- Ninguém irá parar esta tecnologia, que continuará evoluindo. Ninguém nunca viu um filme assim antes, então, a princípio, é estranho. É literalmente uma nova experiência, mas esse estranhamento não dura o filme inteiro, nem mesmo após dez minutos. Será uma experiência diferente do que você assistir a uma montagem rápida de cenas feita para uma apresentação técnica – disse o diretor.
- Como cineasta, sempre quero criar um forte senso de realidade para permitir que o público se absorva em qualquer história cinemática que estou apresentando. Filmar e projetar a 48 fps dá a ilusão de que um buraco foi aberto na parede do cinema, e você vê a história se desenrolar com um senso de realidade. É ótimo para 3D. Eu vejo as filmagens diárias em 48 fps para O Hobbit em 3D há mais de um ano e, com a redução do efeito estroboscópico e da cintilação, torna-se uma experiência muito mais suave para os olhos. A velocidade de 48 fps não se limita apenas ao 3D. Um filme rodado em 48 fps parece fantástico quando projetado em 2D, e aceita bem a conversão para 24 fps - justificou.
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